Thursday, May 15, 2014
Coleção - patrimônio cultural imaterial
Friday, May 20, 2011
Será que funciona?
Se depois desse esforço todo não der certo, vou tentar compra um chip das Organizações Tabajara!
Saturday, May 14, 2011
Nossa Senhora da Boca Calada
Tenho apelado para Nossa Senhora da Boca Calada, santa de devoção de uma querida amiga, para resistir à tentação de comentar as baixarias das listas de discussão que frequento.
Tem uma em particular que me causa engulhos. Senão, vejamos: Um diz que fez uma tal realização e em seguida minha caixa de e-mail fica entupida de nuvens escandalosas e enauseantes de "parabéns fulaninho, você brilhou" parece até playback de radiola estragada de gente chata e sem o que fazer!
Se alguém que diz I am so f... , ( obrigada Gabi por esta pérola) outro espírito de porco com afogado, reclama, para a justiça dos fatos de que ele e sua patota é mais f...!
Por outro lado, se alguém protesta e abre o jogo das artimanhas da galera do " farinha pouca o meu pirão primeiro" forma-se um silêncio sepulcral ! Seu assunto companheiro é off topic!
C'est vraiment dégueulasse! para não dizer algo bem mais Guaicurus!
Ahh ! Essa santa também protege contra o impulso de ser sincero quando tudo o que se quer é uma pitada do "falsa, porém simpática!". Comentar plástica, namorado novo, meu filho é lindo, gostou do texto?, fiquei bem nesse modelito?, Adoro Paulo Coelho, ai meu Deus! Corre lá e reze um terço para Nossa Senhora da Boca Calada, urgente!
No meu caso ela funciona como aquele santo das causas impossíveis! Me lembro sempre do que diz minha querida Vozinha: " Quem conversa muito dá bom dia pra cavalo"!. E dá-lhe novena!
Wednesday, May 04, 2011
Pequeno manual de delicadezas contemporâneas
Em tempo de interações afetivas líquidas parece que vivemos a política da terra arrasada!
Sinceramente não aguento mais a falta de educação,delicadeza, leveza e gentileza on-line e off-line.
Desconfie se a pessoa diz que te adora e admira o seu trabalho e enviar uma mensagem que começa por prezado, pessoas, caríssimos termina por cordialmente, atenciosamente e bom trabalho, olhe lentamente para a primeira porta que encontrar e " fuja à francesa" enquanto é tempo !
Nesse particular estou simplesmente assustada com tamanha grosseria! Vê se tem cabimento ser cumprimentada pelo singelo " Ei pessoa". Se é assim, para que nome, sobrenome e pronomes de tratamento elaboradíssimos se "as pessoas" resolveram voltar para a caverna linguistica!
Na minha campanha "chega de tudo bem", mais um protesto...
Pronto falei!
Sunday, May 01, 2011
Os seres alados do bungee jumping
Em tempos de intensa interatividade e de perda irremediável dos elementos que formam os rituais sincrônicos da vida, manter-se desejoso de tudo isso é, por vezes, visto como a loucura do Bungee jumping.
A vida nunca esteve tão fluída e tem gente com o pé enraizado e todo brotado querendo segurança e certezas no reino de Tubiacanga.
Francamente, nem sei o que dizer!
O salto do bungee jumping não faz ninguém alado, mas dono do meu destino e nisso não há como desenvolver tecnologias sociais. Sorry !
Salta quem quer, já que, como diz o Zeca Baleiro:
"é mais fácil cultuar os mortos que os vivos
mais fácil viver de sombras que de sóis
é mais fácil mimeografar o passado
que imprimir o futuro
não quero ser triste
como o poeta que envelhece
lendo maiakóvski na loja de conveniência
não quero ser alegre
como o cão que sai a passear com o seu dono alegre
sob o sol de domingo
nem quero ser estanque
como quem constrói estradas e não anda
quero no escuro
como um cego tatear estrelas distraídas
amoras silvestres no passeio público
amores secretos debaixo dos guarda-chuvas
tempestades que não param
pára-raios quem não tem
mesmo que não venha o trem não posso parar
veja o mundo passar como passa
uma escola de samba que atravessa
pergunto onde estão teus tamborins
pergunto onde estão teus tamborins
sentado na porta de minha casa
a mesma e única casa
a casa onde eu sempre morei."
mais fácil viver de sombras que de sóis
é mais fácil mimeografar o passado
que imprimir o futuro
não quero ser triste
como o poeta que envelhece
lendo maiakóvski na loja de conveniência
não quero ser alegre
como o cão que sai a passear com o seu dono alegre
sob o sol de domingo
nem quero ser estanque
como quem constrói estradas e não anda
quero no escuro
como um cego tatear estrelas distraídas
amoras silvestres no passeio público
amores secretos debaixo dos guarda-chuvas
tempestades que não param
pára-raios quem não tem
mesmo que não venha o trem não posso parar
veja o mundo passar como passa
uma escola de samba que atravessa
pergunto onde estão teus tamborins
pergunto onde estão teus tamborins
sentado na porta de minha casa
a mesma e única casa
a casa onde eu sempre morei."
Comecei há tempos a campanha " chega de tudo bem" e estou numa etapa de radicalização do projeto.
Tudo bem para você?
Wednesday, April 27, 2011
Novelas mexicanas
Nunca assisti novelas mexicanas, mas sei, ao considerar os modelitos, canções e acessórios, que são contra-indicadas para diabéticos e cardíacos crédulos.
Apesar de toda precaução, por vezes, me meto em enredos típicos desses folhetins de quinta catiguria, como diria a Bebel em Paraíso Tropical. Tenho cultura noveleira, fazer o quê?!!
Nem com camadas de teflon fiquei livre dessa vibe melosa.
Resumo da ópera: as urgências e trelelês do folhetim acabam todos em uma semana, apesar de concorrer com o Ibope do casamento da Val e do principe William.
Como novela tem que ter canções com a Nana Caymmi, achei de Volta ao Começo, bem apropriada.
Espero que esse Folhetim não volte em " Vale a pena ver de novo", pelo sim, pelo não, vou rezar para São Expedito, aquele das causas justas e urgentes.
Tô certa ou tô errada?
Sunday, April 24, 2011
Mobile, eu?!
Sou excluída mobile por pura convicção de que interatividade demais sufoca!
Trabalho e chateação não precisam vir por telefone, pois têm dias e horários determinados para esse fim.
Nesses dias achei belos motivos para interatividades e urgências mais online e gostei da experiência.
Pensei na acidez do Bauman em amores liquidos, mas desencanei...
Conectar a vida com pitadas de carinhos instantâneos na terra brasilis humanizaram o meu Smartphone!
Mobile, eu?! Por que não?!!
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